Sorocaps Indústria Farmacêutica gestação-blog-2 Seguir à risca algumas práticas reflete em mais qualidade antes e após da gestação

Seguir à risca algumas práticas reflete em mais qualidade antes e após da gestação

Suplementos com ácido fólico são fundamentais nessa fase da mulher

Ser mãe é o sonho de muitas mulheres. Desde jovens, elas imaginam como serão as sensações e o desenvolvimento do bebê. Mas viver esse momento especial também é sinônimo de muita paciência e entendimento sobre as transformações que ocorrem no corpo.

São hormônios que alteram, vitaminas e minerais que se fazem necessários para atender demandas físicas e psicológicas, além da importância da atividade física, a fim de que tudo seja pleno e feliz para mãe e criança.

“O metabolismo passa por algumas alterações, dentre elas, a progesterona – hormônio feminino produzido pelo ovário que aumenta durante a gravidez. Outro ponto é que a mulher grávida também tem muito sono logo no início da gestação. Também muita fome, principalmente a partir de 12 semanas. Depois essa vontade de comer vai ficando menor”, detalha o ginecologista-obstetra, do Hospital e Maternidade Dr. Christóvão da Gama, de Santo André, Raphael Garcia Moreno Leão.

E não é porque a mãe precisa se alimentar por dois, como se diz popularmente, que ela vai exagerar e deixar o peso se perder na balança. O especialista reforça que para uma gravidez saudável é indicado manter a média de 8 a 10 quilos no máximo a mais no peso durante a gestação.

“A suplementação vitamínica, os complexos e uma alimentação balanceada são fundamentais nesse período, para manter o equilíbrio do organismo. Numa gravidez planejada é importante iniciar antes a suplementação com o ácido fólico, que deverá continuar durante todo o período gestacional e até algum tempo depois do nascimento da criança. O ácido fólico é importante para diminuir os riscos de má formação no tubo neural e na coluna cervical”, explica o médico.

Quanto à alimentação, existem alguns mitos que podem desaparecer, como por exemplo, que mulher grávida não pode comer comida japonesa. Pode sim, mas deve sempre se atentar para que a refeição seja feita em lugares limpos e que tenham peixes frescos. Também é importante que as mulheres fiquem atentas à higienização das saladas e evitem comer carnes de boi e porco cruas. Comer frutas, verduras, ter uma boa hidratação, consumindo pelo menos 2 litros de água por dia, carboidratos, proteínas, verduras e a suplementação necessária podem garantir que todo o período tenha muita qualidade.

“Hoje em dia melhorou o acesso à atividade física o que ajuda muito a todos. E as grávidas também estão se exercitando mais, com orientação do profissional capacitado. Tudo isso colabora para que as pacientes fiquem mais animadas durante a gravidez”, conclui o ginecologista-obstetra.

 

Fonte

Raphael Garcia Moreno Leão – médico ginecologista- obstetra, do Hospital e Maternidade Dr. Christovão da Gama.

Contato

http://www.hmcg.com.br/

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